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Instituto Humberto de
Campos |
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Rua Humberto de Campos, 541
- Jd. Zulmira - CEP 18061-000 - (15) 3222.2011 - Sorocaba/São Paulo
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SOROCABA |
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| Quem foi o escritor | |||||||||||||||||||||||
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| Humberto de Campos ? | |||||||||||||||||||||||
| Humberto de Campos Veras, mais conhecido como Humberto de Campos, jornalista, político, crítico, cronista, contista, poeta, biógrafo e memorialista, nasceu em Miritiba, hoje Humberto de Campos, MA, em 25 de outubro de 1886, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 5 de dezembro de 1934. Eleito em 30 de outubro de 1919 para a Cadeira n. 20, sucedendo a Emílio de Menezes, foi recebido em 8 de maio de 1920, pelo acadêmico Luís Murat. | |||||||||||||||||||||||
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Foram seus pais Joaquim Gomes de Faria Veras, pequeno comerciante,
e Ana de Campos Veras. Perdendo o pai aos seis anos, Humberto de Campos deixou
a cidade natal e foi levado para São Luís. Dali, aos 17 anos,
passou a residir no Pará, onde conseguiu um lugar de colaborador e
redator na Folha do Norte e, pouco depois, na Província do Pará.
Em 1910 publicou seu primeiro livro, a coletânea de versos intitulada
Poeira, primeira série. Em 1912 transferiu-se para o Rio. Entrou para
O Imparcial, na fase em que ali trabalhava um grupo de escritores ilustres,
como redatores ou colaboradores, entre os quais Goulart de Andrade, Rui Barbosa,
José Veríssimo, Júlia Lopes de Almeida, Salvador de Mendonça
e Vicente de Carvalho. João Ribeiro era o crítico literário.
Ali também José Eduardo de Macedo Soares renovava a agitação
da segunda campanha civilista. Humberto de Campos ingressou no movimento.
Logo depois o jornalista militante deu lugar ao intelectual. Fez essa transição
com o pseudônimo de Conselheiro XX com que assinava contos e crônicas,
hoje reunidos em vários volumes. Assinava também com os pseudônimos
Almirante Justino Ribas, Luís Phoca, João Caetano, Giovani Morelli,
Batu-Allah, Micromegas e Hélios. Em 1923, substituiu Múcio Leão
na coluna de crítica do Correio da Manhã. |
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